O Pequeno Príncipe

Acabei de ler de novo O Pequeno Príncipe.

E dessa vez doeu, doeu mesmo.

Lembrei da primeira vez que o li, quando eu era repleta de doces sonhos infantis e podia voar.

Senti algo tão amargo e tão sublime…

Na verdade é melhor eu não escrever nada porque qualquer palavra que eu use para tentar descrever vai reduzir o que senti.

“Fiz mal em envelhecer. Foi uma pena. Eu era tão feliz criança…”

“São os caminhos invisíveis do amor que libertam o homem.”

“Os olhos são cegos. É preciso ver com o coração…”

“Então, eu me sinto feliz. E todas as estrelas riem docemente.”

“A gente corre o risco de chorar um pouco quando se deixou cativar…”

“Se tu vens às quatro da tarde, desde às três eu começarei a ser feliz.”

“Uma pessoa para compreender tem de se transformar.”

“Poucas pessaos se ocupam de coisas que não sejam si mesmas.”

“O essencial é invisível para os olhos…”

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Sobre Richter

A realidade não me é conveniente.
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